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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
NASA: Curioso experimento com água em gravidade zero
NASA: Curioso experimento com água em gravidade zero:
Pronto, era isso que eu precisava assistir hoje pro meu dia ficar mais… mais… esquece!
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Best Of Povo Brasileiro
Best Of Povo Brasileiro:
SHUHUSAHUsaUHSAHuASHuSAhusa… muito bom rever todos esse vídeos.
Principalmente o “Cachorro? Que cachorro o quê?”
AUHShuAShSAhuaHUash…
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Postos vão oferecer em 2013 vacina contra catapora
Postos vão oferecer em 2013 vacina contra catapora:
Atualmente, pais que desejam proteger seus filhos contra a catapora têm de recorrer a clínicas particulares, onde é encontrada uma vacina específica contra a doença. O SUS até agora oferecia o imunizante apenas nos casos de surto ou em campanhas específicas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que anualmente são registradas, em média, 11 mil internações provocadas pela doença. A média anual de óbitos é de 160. O imunizante será produzido numa parceria entre Fundação Oswaldo Cruz e o laboratório GlaxoSmithKline. Um contrato de transferência de tecnologia, que permitirá a produção, será assinado sábado, no Rio. "Serão 4,5 milhões de vacinas por ano", disse Padilha. O contrato será de R$ 127,3 milhões, que serão usados tanto para obras de infraestrutura na fábrica brasileira quanto para a compra do remédio. A expectativa é de que em quatro anos toda a produção seja feita no País.
Além de atender uma recomendação da Organização Mundial da Saúde, que defende a cobertura vacinal de 85% da população contra catapora, a produção nacional atenderá outro objetivo: o mercado internacional. "Hoje o País já fornece algumas vacinas, como febre amarela e BCG. Queremos ampliar esse cardápio e oferecer também a tetra viral", disse Padilha. De acordo com ele, o País já manifestou seu interesse em ampliar sua participação nesta oferta.
Com a tetra viral, o Programa Nacional de Imunização passará a ter 25 vacinas, 13 delas integrantes do calendário básico. Mesmo com a tetra viral, o País continuará a oferecer a tríplice viral, que até agora era usada no programa. O imunizante será usado em campanhas específicas. Esta é a terceira alteração do programa de vacinação anunciada este ano. A partir deste semestre, passarão a ser ofertadas outras duas vacinas: a de pólio inativada e a pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B). Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.
A previsão é a de que o Ministério compre este ano oito milhões e oitocentas mil doses da pentavalente, a um custo de R$ 91 milhões. Também serão adquiridas outras oito milhões de doses da Vacina Inativada Poliomielite, ao custo de R$ 40 milhões. Para a manutenção de estoque estratégico, já foram compradas, em dezembro do ano passado, três milhões de doses da VIP, por R$ 15 milhões. A tendência, de acordo com o ministro, é ampliar a associação de vacinas. Além de menor desgaste para criança, vacinas combinadas significam economia. Quando uma vacina é incorporada, é preciso mais seringas, mais agulhas, mais refrigeração.
Postos de saúde vão oferecer a partir do próximo ano vacina contra catapora. O novo imunizante, batizado de tetra viral, também oferece proteção contra sarampo, caxumba e rubéola, doenças que já estavam incluídas no calendário básico do Sistema Único de Saúde (SUS). A vacina, injetável, será aplicada em duas doses: uma aos 12 meses e outra, aos 4 anos.
Atualmente, pais que desejam proteger seus filhos contra a catapora têm de recorrer a clínicas particulares, onde é encontrada uma vacina específica contra a doença. O SUS até agora oferecia o imunizante apenas nos casos de surto ou em campanhas específicas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma que anualmente são registradas, em média, 11 mil internações provocadas pela doença. A média anual de óbitos é de 160. O imunizante será produzido numa parceria entre Fundação Oswaldo Cruz e o laboratório GlaxoSmithKline. Um contrato de transferência de tecnologia, que permitirá a produção, será assinado sábado, no Rio. "Serão 4,5 milhões de vacinas por ano", disse Padilha. O contrato será de R$ 127,3 milhões, que serão usados tanto para obras de infraestrutura na fábrica brasileira quanto para a compra do remédio. A expectativa é de que em quatro anos toda a produção seja feita no País.
Além de atender uma recomendação da Organização Mundial da Saúde, que defende a cobertura vacinal de 85% da população contra catapora, a produção nacional atenderá outro objetivo: o mercado internacional. "Hoje o País já fornece algumas vacinas, como febre amarela e BCG. Queremos ampliar esse cardápio e oferecer também a tetra viral", disse Padilha. De acordo com ele, o País já manifestou seu interesse em ampliar sua participação nesta oferta.
Com a tetra viral, o Programa Nacional de Imunização passará a ter 25 vacinas, 13 delas integrantes do calendário básico. Mesmo com a tetra viral, o País continuará a oferecer a tríplice viral, que até agora era usada no programa. O imunizante será usado em campanhas específicas. Esta é a terceira alteração do programa de vacinação anunciada este ano. A partir deste semestre, passarão a ser ofertadas outras duas vacinas: a de pólio inativada e a pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenza tipo b e hepatite B). Atualmente, a imunização para estas doenças é oferecida em duas vacinas separadas.
A previsão é a de que o Ministério compre este ano oito milhões e oitocentas mil doses da pentavalente, a um custo de R$ 91 milhões. Também serão adquiridas outras oito milhões de doses da Vacina Inativada Poliomielite, ao custo de R$ 40 milhões. Para a manutenção de estoque estratégico, já foram compradas, em dezembro do ano passado, três milhões de doses da VIP, por R$ 15 milhões. A tendência, de acordo com o ministro, é ampliar a associação de vacinas. Além de menor desgaste para criança, vacinas combinadas significam economia. Quando uma vacina é incorporada, é preciso mais seringas, mais agulhas, mais refrigeração.
Serão estas as (estranhas) caixinhas do Windows 8?
Serão estas as (estranhas) caixinhas do Windows 8?:
Apesar das atraentes opções de atualização via download para o Windows 8, a versão em caixinha continuará sendo vendida. Aquela, que vem com DVD (lembra?) e tudo mais. O Verge conseguiu com exclusividade imagens do design final das caixas e Microsoft, e nos perguntamos: o que os seus designers estão tomando? Tem mais aí?
Olhe ali em cima. São duas caixas, uma do Windows 8, outra do Windows 8 Pro, as duas únicas versões que serão vendidas no varejo dessa forma, em mídia física. Temos uma branca e outra preta e, em ambas, o novo logo do Windows. Até aqui, tudo certo. Mas aí entra uma textura/desenho/arte abstrata medonha na bandeira e na beirada e… qual a lógica? Quem fez isso? Quem aprovou?
O formato quadrado da caixa dá a entender que, mais uma vez, ela passará por uma dieta — do Vista para o 7, a caixa do Windows perdeu 37% do seu peso. É legal para o meio ambiente e mais leve para carregar junto com o pacote de macarrão e o pote de sorvete no mercado, mas não precisava ser algo tão feio assim. Beleza não pesa, galera!
Desde já, muitas saudades da elegância das caixas do Windows 7. [The Verge]


Apesar das atraentes opções de atualização via download para o Windows 8, a versão em caixinha continuará sendo vendida. Aquela, que vem com DVD (lembra?) e tudo mais. O Verge conseguiu com exclusividade imagens do design final das caixas e Microsoft, e nos perguntamos: o que os seus designers estão tomando? Tem mais aí?
Olhe ali em cima. São duas caixas, uma do Windows 8, outra do Windows 8 Pro, as duas únicas versões que serão vendidas no varejo dessa forma, em mídia física. Temos uma branca e outra preta e, em ambas, o novo logo do Windows. Até aqui, tudo certo. Mas aí entra uma textura/desenho/arte abstrata medonha na bandeira e na beirada e… qual a lógica? Quem fez isso? Quem aprovou?
O formato quadrado da caixa dá a entender que, mais uma vez, ela passará por uma dieta — do Vista para o 7, a caixa do Windows perdeu 37% do seu peso. É legal para o meio ambiente e mais leve para carregar junto com o pacote de macarrão e o pote de sorvete no mercado, mas não precisava ser algo tão feio assim. Beleza não pesa, galera!
Desde já, muitas saudades da elegância das caixas do Windows 7. [The Verge]
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